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21/06/2018 ás 11h14

Redação

Hugo Napoleão / PI

Acusado de tentar matar esposa em Monsenhor Gil é preso em Teresina
Mauro Henrique é suspeito de tentar matar a esposa, Carleni Rodrigues, dentro de casa no dia 1º de fevereiro de 2016.
Acusado de tentar matar esposa em Monsenhor Gil é preso em Teresina
Foto: Polícia Civil do Piauí

Policiais Civil do 22º DP prenderam Mauro Henrique Alves Rodrigues, na tarde de hoje (20), acusado de tentar matar a esposa, Carleni Rodrigues, na cidade de Monsenhor Gil. A tentativa de assassinato, entendida como situação de feminicídio, ocorreu no dia 1º de fevereiro de 2016. O juiz Carlos Alberto Bezerra Chagas determinou a prisão preventiva do suspeito.



  • Foto: Polícia Civil do PiauíMauro Henrique estava foragido desde 2016.Mauro Henrique estava foragido desde 2016.


O delegado Tales Gomes disse ao Viagora que Mauro Henrique foi preso no bairro Santa Maria da Codipi, zona norte de Teresina, por furtar uma pia de uma residência. Ao chegar na delegacia e consultar o nome do rapaz no sistema do Tribunal de Justiça, foi constatado um mandado de prisão em aberto.


“No ano de 2016, ele efetuou um tiro de espingarda contra a esposa. A esposa não morreu, mas ele foi processado e desde então ele está foragido”, disse Tales Gomes. A prisão será comunicada ao juiz de Monsenhor Gil. O Mauro Henrique será transferido para a central de Flagrantes de Teresina.


Caso


De acordo com o processo, Mauro Henrique atirou pelas costas na sua esposa, de nome Carleni Rodrigues, de Sousa logo após uma discussão. Ela tinha intenção de buscar as crianças na casa de familiares, e o marido teria dito que se ela fosse não voltasse mais para casa. Ao perceber que estava com uma arma apontada para si, Carleni correu até a propriedade de um terceiro, identificado como José Borges, temendo que pudesse morrer.


“O acusado tentou matar a vítima, vez que assumira o risco de que seu comportamento violento poderia leva-la a morte, atuando com dolo eventual conseguindo prever o resultado da morte, haja vista o local da perfuração da pólvora”, escreveu o juiz Carlos Chagas.


A defesa apresentou resposta escrita alegando ausência de dolo, necessidade de desclassificação para lesões corporais e presunção de inocência.


O magistrado constatou indícios suficientes de autoria do crime. Para Carlos Chagas, o acusado descumpriu a condição de liberdade provisória já que não foi encontrado no endereço fornecido, “demonstrando sua pretensão de furtar-se aos efeitos de eventual sentença penal condenatóri

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