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25/09/2018 ás 08h16

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Redação

Hugo Napoleão / PI

Jovens condenados por estupro coletivo saem do CEM para morar em casa abrigo
Eles foram beneficiados com a medida de liberdade assistida por mais dois anos e seis meses de prestação de serviço à comunidade.
Jovens condenados por estupro coletivo saem do CEM para morar em casa abrigo

Os três jovens condenados pelo estupro coletivo contra quatro garotas em Castelo do Piauí, a 190 km de Teresina, saíram nesse domingo (23) do Centro Educacional Masculino (CEM), em Teresina. Eles foram beneficiados com a medida de liberdade assistida por mais dois anos e seis meses de prestação de serviço à comunidade.





Dois deles estão em uma casa abrigo em Teresina e o terceiro retornou para Castelo do Piauí. De acordo com a decisão da Justiça, no local eles poderão sair para estudar e até mesmo trabalhar, com acompanhamento constante das atividades do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas).






 

Jovens foram condenados a cumprir três anos de internação como medida socioeducativa — Foto: Fernando Brito/G1Jovens foram condenados a cumprir três anos de internação como medida socioeducativa — Foto: Fernando Brito/G1

Jovens foram condenados a cumprir três anos de internação como medida socioeducativa — Foto: Fernando Brito/G1





Os jovens foram condenados a cumprir três anos de internação como medida socioeducativa. Foram imputados individualmente a cada um deles os atos infracionais equivalentes aos seguintes crimes: prática de quatro estupros, três tentativas de homicídio e um homicídio.




Conforme a promotora Francisca Lourenço, do Núcleo da Infância e da Adolescência, caso seja descumprida qualquer cláusula os jovens terão regressão da medida, podendo voltar a unidade socioeducativa.




 



Crime



 






 

Morro do Garrote, local onde as meninas foram violentadas — Foto: Patrícia Andrade/G1Morro do Garrote, local onde as meninas foram violentadas — Foto: Patrícia Andrade/G1

Morro do Garrote, local onde as meninas foram violentadas — Foto: Patrícia Andrade/G1




FONTE: G1/PI

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